
As veias das orelhas saltam.
Mesmo aquelas que nem sequer existiam, tomam agora existência.
O sangue fica mais grosso, e passa a uma velocidade atroz por todos os membros.
As mãos acompanham o arrepio.
Um abalançar.
Ancas.
Sobe pelas ancas acima.
E balançam. Balançam.
Samba. Parece um samba.
Suor.
E as ancas continuam.
O pulso com todo o latejo.
E mais algum.
Os joelhos pedem mais.
Já vai na espinha.
E passa por cada amásio, cada membrana, cada beco do organismo.
As veias da orelha dão o ar da sua graça.
Pescoço.
Ombros. Novamente o pescoço.
Não vai ao cérebro.
Isto não passa pelo cérebro.
Tem via verde em cada ruela, travessa, ladeira do organismo.
Mas, no cérebro… no cérebro é que não!
Dá meia volta.
E vai para o umbigo.
Os pés dão aquele toque.
Os ouvidos dão aquele estalinho.
O sangue pára por um segundo.
E as ancas continuam o samba.
…
Isto é realmente uma coisa muito importante na vida dum ser humano.
Qualquer coisa mais que a espinha.
A puxar para o desmesurado.
Mesmo aquelas que nem sequer existiam, tomam agora existência.
O sangue fica mais grosso, e passa a uma velocidade atroz por todos os membros.
As mãos acompanham o arrepio.
Um abalançar.
Ancas.
Sobe pelas ancas acima.
E balançam. Balançam.
Samba. Parece um samba.
Suor.
E as ancas continuam.
O pulso com todo o latejo.
E mais algum.
Os joelhos pedem mais.
Já vai na espinha.
E passa por cada amásio, cada membrana, cada beco do organismo.
As veias da orelha dão o ar da sua graça.
Pescoço.
Ombros. Novamente o pescoço.
Não vai ao cérebro.
Isto não passa pelo cérebro.
Tem via verde em cada ruela, travessa, ladeira do organismo.
Mas, no cérebro… no cérebro é que não!
Dá meia volta.
E vai para o umbigo.
Os pés dão aquele toque.
Os ouvidos dão aquele estalinho.
O sangue pára por um segundo.
E as ancas continuam o samba.
…
Isto é realmente uma coisa muito importante na vida dum ser humano.
Qualquer coisa mais que a espinha.
A puxar para o desmesurado.















































