
Tarteletes.
Tarteletes são umas bolachas de manteiga cobertas com um suave doce de morango.
É marca branca. Do Continente.
Gosto de marcas brancas, mas só nas bolachas.
Nas conversas, nos diálogos, nos afectos, dispenso.
Seja branca, seja outra marca qualquer.
Prefiro aquele doce sabor do…. Genuíno.
Em que podemos dar mil e uma trincadelas, mas sabe sempre a qualquer coisa de novo.
De particular.
Um ‘quê’ qualquer sem características previamente concebidas.
O pensar, assim como o sentir, não são de marca branca.
O sentir verdadeiramente não é indelicadeza.
Não é indelicadeza falar de nós próprios, expor o que sentimentos, o que pensamentos, o que tacteamos, o que cheiramos.
Indelicadeza sim, é falar negativamente, do que os outros pensam, sentem e fazem.
Contemporaneamente é difícil encontrar algum ‘espécie humano’ que saiba falar de si próprio, sem medos.
Sem complexos, sem reticências, sem emaranhados fúteis e completamente ‘desconexados’.
As pessoas encontram-se, falam-se… mas, pouco ou nada se exprimem.
São horas e horas de diálogos que pouco ou nada alimentam a nossa alma, o nosso coração.
É difícil conversar do íntimo, das tentações, das vontades, dos possíveis, dos impossíveis…
Falasse muito, mas dialoga-se muito pouco.
À medida que o tempo passa, o nosso corpo e cérebro, desenvolvem capacidades únicas de absorver o que realmente importa, e de reciclar o que faz mal, o que incomoda, o que fatiga o miocárdio.
Ás vezes vem aquela sensação de cansaço, de fatiga, e também de vazio.
Mas, outras tantas vem a sensação de paixão, de fogo, de agarrar o que nos faz sentir verdadeiramente bem.
Não é indelicadeza este tipo de reciclagem, indelicadeza é, não ter o conhecimento de nós mesmos para sequer saber, que existe este tipo de reciclagem.
Tarteletes são umas bolachas de manteiga cobertas com um suave doce de morango.
É marca branca. Do Continente.
Pessoas são seres humanos cobertos de pele com um suave doce de vontades.
É marca genuína. Da paixão.
Porque todos somos feitos de paixões.
Com um suave doce de desejos.
Tarteletes são umas bolachas de manteiga cobertas com um suave doce de morango.
É marca branca. Do Continente.
Gosto de marcas brancas, mas só nas bolachas.
Nas conversas, nos diálogos, nos afectos, dispenso.
Seja branca, seja outra marca qualquer.
Prefiro aquele doce sabor do…. Genuíno.
Em que podemos dar mil e uma trincadelas, mas sabe sempre a qualquer coisa de novo.
De particular.
Um ‘quê’ qualquer sem características previamente concebidas.
O pensar, assim como o sentir, não são de marca branca.
O sentir verdadeiramente não é indelicadeza.
Não é indelicadeza falar de nós próprios, expor o que sentimentos, o que pensamentos, o que tacteamos, o que cheiramos.
Indelicadeza sim, é falar negativamente, do que os outros pensam, sentem e fazem.
Contemporaneamente é difícil encontrar algum ‘espécie humano’ que saiba falar de si próprio, sem medos.
Sem complexos, sem reticências, sem emaranhados fúteis e completamente ‘desconexados’.
As pessoas encontram-se, falam-se… mas, pouco ou nada se exprimem.
São horas e horas de diálogos que pouco ou nada alimentam a nossa alma, o nosso coração.
É difícil conversar do íntimo, das tentações, das vontades, dos possíveis, dos impossíveis…
Falasse muito, mas dialoga-se muito pouco.
À medida que o tempo passa, o nosso corpo e cérebro, desenvolvem capacidades únicas de absorver o que realmente importa, e de reciclar o que faz mal, o que incomoda, o que fatiga o miocárdio.
Ás vezes vem aquela sensação de cansaço, de fatiga, e também de vazio.
Mas, outras tantas vem a sensação de paixão, de fogo, de agarrar o que nos faz sentir verdadeiramente bem.
Não é indelicadeza este tipo de reciclagem, indelicadeza é, não ter o conhecimento de nós mesmos para sequer saber, que existe este tipo de reciclagem.
Tarteletes são umas bolachas de manteiga cobertas com um suave doce de morango.
É marca branca. Do Continente.
Pessoas são seres humanos cobertos de pele com um suave doce de vontades.
É marca genuína. Da paixão.
Porque todos somos feitos de paixões.
Com um suave doce de desejos.
15 comentários:
"indelicadeza" é a menina não corrigir os erros! Foi à pressa? Está desculpada.
E não fique ausente durante tanto tempo porque sentimos a sua falta!
Um texto a reler e meditar.
Gostei bastante.
Um abraço.
Folha Selvagem
ai nha perninhas ca tás cá. tames munte cuntentes quera muntas sôdades ca nha maria táva priocupada cagora gustou munte deste scrito da tartelete qué duma deliça. cagente só vai ó supérmercado do dia .
um abracinhe de ternura
está dificil sobreviver...
Com um suave doce de desejos
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Os desejos não são doces, não sabem a nada. Só no fim de se concretizarem se sabe se foram doces ou amargos.
Fica bem.
e a felicidade por aí.
Manuel
as tartletes de marca branca sabem igual e são mais baratas... eu também gosto... e tu dizes muitas coisas acertadas.
;)
E é com um doce suave, que te deixo aqui os votos de um Grande Natal de Pernas Pró Ar.
Beijos e Rabanadas,
Putty
ah os desejos......deixo muitos desejos para voce....desejos de felicidade....paz...amor....carinho....saude....
que tenhas um Natal cheio de pessoas queridas e um ano repleto de realizaçoes
beijos joao
Feliz Natal!
Um abraço
Passei para te desejar melhores dias e deixar 2 beijinhos
Natal FELIZ!!! :)
Gostei do teu blog
Feliz natal e próspero ano novo
Vou linkar o teu blog no meu
If you don't mind
Festas divertidas!!!
Beijinho
:)))
Que dificil que é a vida dos homens, pensou ela.Eles não têm asas para voar por cima das coisas más.[Sofhia de Mello Breyner Andresen- A Fada Oriana]
um abraço forte
En pá! Está aqui um blogue em pêras! Não vou tecer bajulações! Apenas registar o meu agrado por ter encontrado algo diferente do roll em que habitualmente me movo!
Precisamos da diferença! Vivam os diferentes! Evitar marcas, mesmo as brancas, pode ser um lema! Viva o presunto da tia da porca da tia Ema!
Um abraço suíno. Vou ligar! Não ligues!
Desejo-te tempo, tempo para a vida.
Desejo-te tudo o que tu quiseres!
um bjo e Bom Ano!
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