
Ando com uma força qualquer.
Não sei bem o que isto é.
Não é necessário saber uma definição de cor, para salteá-la.
Mas, ando com uma gana…
Daquelas ganas de ranger os dentes.
De abrir a boca e trincar até à exaustão…
Cada centímetro da realidade.
Dessa consistência que se diz verdade.
Cada milímetro. Mas, por inteiro.
Em cada abrir de boca sinto todos os dentes.
As gengivas ganham um sabor diferente.
Alterado.
Alterei-me ao sabor das minhas gengivas.
Sinto a língua em cada espuma.
Poro. E passa a boca toda.
Da garganta ao céu da nuca.
E sempre aquela saliva.
Vai ali tudo.
No meio da trincadela o medo passa a força.
O desprendimento. A robustez.
Um volume que hoje meço em metros cúbicos.
O que dantes, não passava de áreas em centímetros quadrados.
Ando cá com um guinche.
Qualquer coisa como um crocodilo.
Pele dura. Dentes afiados.
Não sei bem o que isto é.
Mas, ando com uma gana.
Daquelas ganas de ranger os dentes.
De abrir a boca e trincar até à exaustão.
Tudo.
Mas, tudo… numa só dentada.
Assim.
Sem mais nem porquê.
Simplesmente porque quero.
Porque me apetece.
Porque tenho dentes.
Não sei bem o que isto é.
Não é necessário saber uma definição de cor, para salteá-la.
Mas, ando com uma gana…
Daquelas ganas de ranger os dentes.
De abrir a boca e trincar até à exaustão…
Cada centímetro da realidade.
Dessa consistência que se diz verdade.
Cada milímetro. Mas, por inteiro.
Em cada abrir de boca sinto todos os dentes.
As gengivas ganham um sabor diferente.
Alterado.
Alterei-me ao sabor das minhas gengivas.
Sinto a língua em cada espuma.
Poro. E passa a boca toda.
Da garganta ao céu da nuca.
E sempre aquela saliva.
Vai ali tudo.
No meio da trincadela o medo passa a força.
O desprendimento. A robustez.
Um volume que hoje meço em metros cúbicos.
O que dantes, não passava de áreas em centímetros quadrados.
Ando cá com um guinche.
Qualquer coisa como um crocodilo.
Pele dura. Dentes afiados.
Não sei bem o que isto é.
Mas, ando com uma gana.
Daquelas ganas de ranger os dentes.
De abrir a boca e trincar até à exaustão.
Tudo.
Mas, tudo… numa só dentada.
Assim.
Sem mais nem porquê.
Simplesmente porque quero.
Porque me apetece.
Porque tenho dentes.
12 comentários:
Gosto tanto de te ler. :)
Nem sei bem o que dizer, pois mais uma vez apresentas-nos um texto maravilhoso, sublime!
Só me ocorre dizer que, se tens gana de ... então avança, força!! ;)
bkas
Finalmente de volta... Bem-vinda, mulher :)
jc
Então, morde!
Nada como dar uso àquilo que "temos"!
Como aqui bem o fizeste!
Um saudoso Beijo meu.
so you´re back in town
continua a morder.
:)
beijinho,boa semana
trinca, morde, abocanha até doer...
saboreia cada grão de sal do nosso mar... tou por cá !
agente vê-se por aí
Calculo que tenhas motivos para tanta gana, mas não vale andar por ai à dentada.
Acalma-te, vai ver o mar, sobe a nossa serra e ama, mesmo que seja à dentada ama que amar faz bem.
Não penses mais neles, nos fantasmas, nos ladrões, nos habilidosos crápulas, nos invejosos e nos seres que te embrulham nessa teia de ódios.
Sê livre e útil, escreve, escreve mais, escreve muito, eu estou aqui para te ler com o desiderato de te servir.
ai nha pernas qué assim munte bom táres de vólta queu táva munte angustiádo né? caté o cansemire têve cá.ó nha perninhas tu ca desculpa queu tô da consulação ca nha maria camodos na tive lá da fésta. prumêto cá prócima na escápa.um abracinhe de ternura dagente
dentuças...hehehe
beijo vagabundo
Xiii... A vítima que não se vam_pire, não! :-P
Yes!
Jinhos
Enviar um comentário