
Um dia destes encontrei uma criança.
Era sardenta.
Estava sentada num degrau de musgo.
Tinha os calções amachucados pela brincadeira.
Os olhos vivos de tanta transpiração.
Roía as unhas e entrelaçava os cabelos.
Os joelhos estavam esfolados.
Disse-me que era da traquinice.
Dos sonhos vivos.
Que rasgam a pele, ficando nas bochechas em forma de sardas.
Assim quando sorri, as pintas fazem cócegas.
E assim vai coçando os sentidos.
Como forma de lembrança.
Dos tempos de jogar ás escondidas.
Ao i vai ai.
E ao pião.
Da roda viva de entrelaçar as mãos.
Um dia destes encontrei uma criança.
Era sardenta.
Tinha bochechas.
E sardas de papel.
Era sardenta.
Estava sentada num degrau de musgo.
Tinha os calções amachucados pela brincadeira.
Os olhos vivos de tanta transpiração.
Roía as unhas e entrelaçava os cabelos.
Os joelhos estavam esfolados.
Disse-me que era da traquinice.
Dos sonhos vivos.
Que rasgam a pele, ficando nas bochechas em forma de sardas.
Assim quando sorri, as pintas fazem cócegas.
E assim vai coçando os sentidos.
Como forma de lembrança.
Dos tempos de jogar ás escondidas.
Ao i vai ai.
E ao pião.
Da roda viva de entrelaçar as mãos.
Um dia destes encontrei uma criança.
Era sardenta.
Tinha bochechas.
E sardas de papel.
6 comentários:
Á mulher, queu até gostei desta que ma fez lembrar candeu brincava ó pião. Agora na intendo é essa das sardas em papel, mas prontos o quintressa é que já a noto mais arrebitada e se calhar até deu um soco ó gajo...
Boa escolha sonora! Apetece ficar por aqui........
lindo:)
adoreiiiiiiiiiiiiiiiii
ainda tens livros?
beijinhooo
lindas as palavras e as sardas...
Conheço esse menino.
Bela inspiração, a tua!
Xiii... Há ca tempus ca gente na sa fala! :-P
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