segunda-feira, maio 14, 2007

Guerra civil




Coabitar comigo mesma, é como ser marxista numa igreja.


Receio uma guerra civil na sacristia.


Que toquem os sinos.


Que já quase nada sobra do altar.


10 comentários:

Branca disse...

Então?
Não precisas de passar pela guerra, não?
As conversações amigáveis entre ambas as partes coexistentes não são suficientes?
Já tentaste fazer um tratado de paz? Só após a sua falência é que se parte para a guerra...
Mas lembra-te que não se consegue aniquilar por completo a inimigo e isso, ao contrário do que possas achar, não é mau... Nós necessitamos das duas partes, ambas criam o nosso equilíbrio...
Eu sei, por vezes destroem-no, mas só quando uma delas tenta assumir o poder, não deixes que isso aconteça contigo...

Vou-me calar antes que me declares guerra a mim... Fui!

Boa semana! Beijinhos :)

as velas ardem ate ao fim disse...

E porque tocam os sinos??

bjinho

Carracinha linda! disse...

Olá...



Não quero causar nenhum Trouble...talvez não seja o teu estilo...talvez a vontade não seja muita...mas há lá no meu cantinho um desafio à espera de ser respondido por ti!

Beijocas e boa semana!

APC disse...

Ena pá... Tu tás uma profissionalona! :-)))
Da escrita (a boa notícia) e do sofrimento (a menos boa)!!!

As duas primeiras linhas têm uma potência incrível (eu colocaria as seguintes entre parêntisis, mas...).

Achei fabuloso! :-)

Um abraço amigo.

Thiago Forrest Gump disse...

Assustei-me!

:(

POETA VAGABUNDO disse...

mas é bom ver te coabitar com as palavras...
beijo vagabundo

littledragonblue disse...

O conflito interno só nos destroi...

mac disse...

Tens de contratar 1 diplomata. Olha, dá trabalho ao Ministro dos Neg.Estrangeiros.

Néftys disse...

como é possível alguém construído por números e equações dominar também as palavras desta forma?!

Impressionada.

bettips disse...

Belíssima e sadia imagem! À tua medida, de pernas para o ar, fazemos um esforço para adivinhar como serás lá dentro! Bjs