Um dia gritaram-me isto: Eu para sentir é preciso muito! Eu respondi assim: Eu para sentir, não é necessário nem muito...nem pouco. É só preciso sentir! Ponto final. Sem parágrafos. Estranha Pesssoa Esta
quinta-feira, julho 12, 2007
sábado, junho 30, 2007
Pulsos de Desejos.
Era um café.Um café como outro qualquer.
Durante anos eles frequentaram esse café.
Durante anos nunca deram um pelo outro.
Acenderam cigarros.
Beberam dos outros.
Quiseram o que não queriam.
E nunca deram um pelo outro.
Um dia deram.
Seduziram-se.
Enlaçaram-se.
Suaram.
Penetraram.
Não quiseram.
Recusaram o raro.
Saltaram o risco.
A loucura ficou inválida.
Serena.
Sem lábios.
A sedução ficou pelo olhar.
Quiseram sair.
Sair daquela loucura.
Do desejo.
Daquela ânsia que consumia os movimentos.
Deslocaram-se em sentidos opostos.
Movimentos contrários.
Pensaram eles que nunca iriam falar.
Como se o desejo fosse de falar.
E é o olhar.
Essa fome de rebeldia.
De rasgar uma qualquer coisa que nunca foi.
É loucura.
Completa loucura o querer.
Intenção insensata de recusar.
E nem sequer olham.
Porque é lá.
Lá na retina.
Que o desejo salta.
Sou atrevida o suficiente para olhar.
E tu?
Olhas?
-
-
-
Um dia destes, atreve-te a tirar-me as algemas.
Se faz favor!
Seduz-me.
Quero ficar nervosa!
domingo, junho 24, 2007
terça-feira, junho 19, 2007
Dodot Dodot
domingo, junho 17, 2007
sexta-feira, junho 15, 2007
Beco
segunda-feira, junho 11, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
Diâmetros. Raios. E .. Coriscos!
- Escolhes o quê?- A cruz.
- Mas, eu não quero ficar com o círculo.
- Porquê?
- Não sei onde começa …
- E sabes onde acaba?
- Sei.
- Como é isso?
- É como a cruz. O sentido está no cruzamento das linhas.
- Mas, no círculo não existe cruzamento.
- Enganaste, a maior encruzilhada da vida é o diâmetro.
- Como assim?
- Colocas o bico do compasso no centro.. o Raio é à tua escolha..
Compasso. Corre. Anda. Apressa o passo.
Compasso. Mínima. Seminima. Pausa. Não pares.
Compasso. Bico. Afia. O lápis. Escreve. O teu.
Compasso.
Tens?
Nota de Rodapé: E porque hoje é dia de Linkin ParK... Aqui fica Somewhere I Belong... Somewhere.............I Belong.........
quarta-feira, junho 06, 2007
Metamorfose
Cerro os dentes,Lavo toda esta metamorfose.
Contenho toda esta má impressão.
Não a minha.
A vossa.
Este rosto já não é meu.
Mutação na retina, película na narina.
Cheiro.
Este cheiro que penetra.
Que fornece a mudança.
Não a vossa.
A minha.
Isto não é memória.
Já foi.
Agora.
Agora é movimento.
Nem sequer vou abotoar a camisa.
Já não uso botões.
Perdi-os.
Não os meus.
Os vossos!
As casas não se ajustavam.
Não as vossas.
As deles!
-
-
-
Cerro os dentes.
Supõe tu, isto tudo.
Mas, com exaltação.
… é que.. eu contive toda esta má impressão!
-
-
E no meio de toda esta comoção,
Não te esqueças de levar o anti-derrapante.
Não o meu.
O deles.
domingo, junho 03, 2007
Aconchego
Não sabiam sequer o medo que tinham.A ânsia que os envolvi era de tal modo agressiva, que qualquer sopro de ternura era insuficiente para atenuar os rostos cansados.
Cansados de esperar! O receio estava estampado no olhar. Dele. E dela.
Alguém disse vezes sem conta que não valia a pena.
Insistiram. E esperaram.
Tudo o que importava era resolvido num segundo. Num denso segundo.
Mas, os minutos que se antecederam. Que se antecedem. São mórbidos.
Terrivelmente mórbidos. Os gestos custam.
Os músculos não obedecem.
E lá dentro a ânsia.
E cá fora o medo.
E entre eles os dois… a espera!
‘Insanamente’ sentem.
Porque o sentir é insano.
Excessivamente insano.
Rasga o meu medo, disse ele.
Rompe a minha ânsia, respondeu ela.
Já não importava.
Calaram-se.
quinta-feira, maio 31, 2007
Sanidade Alma(l): Precisa-se!
terça-feira, maio 29, 2007
Hidrofobia

Fecho-a devagar, estalo os dedos.
Um por um torna em punho.
Agrido violentamente o que se diz.
O que se fala.
Espanco os que se recusam ao espanto!
Aqueles.
Bem aqueles, que ainda têm a lata de gemerem com pudor.
Os que existem sem o mínimo de sentir.
Não vos bato com amargura.
Porque este meu pensamento nem isso tem.
É uma mistura de raiva com intolerância.
É uma espécie de hidrofobia que vem daqui.
Daqui destes lados.
Da fúria.
Abro o punho.
Cólera.
Vem cólera agarrada ás unhas.
Arrependimento?
Não. Nem sequer pensem nisso.
Não.
Recuso.
Porque afinal de contas… estalei os dedos.
Um por um!
domingo, maio 27, 2007
Multa
Há instantes que marcam o caminho.Como se fossem placas indicadoras de estações de serviço.
Em que cada km percorrido desgasta o motor da memória,
Obriga a travagens bruscas do pensamento.
Stop !
Chegamos ao momento da revisão.
Estamos em contra mão.
Afinal é o caminho….. que marca os instantes.
O instante!
-
-
-
Arranca!
E nem ouses olhar pelo retrovisor.
quinta-feira, maio 24, 2007
Overdose
Ando enferma.As minhas veias estremecem a cada inspiração.
Nas expirações são os ossos do pescoço que se contraem.
Suo.
Canso as artérias até ao limite.
A agulha diz-se sensata. Recuso-a.
Insiste na prudência.
Recuso.
E expiro outra vez.
Oiço o estilhaçar do pescoço.
Inspiro novamente.
As veias das mãos saltam a cada respiração.
Aperto os joelhos.
Deslizo os dedos do pé contra o banco.
Gotas de suor no soalho.
E recuso outra vez.
A porta está fechada.
Leve ruído. Passos apressados.
Novamente a sensatez.
Breve suspiro. Fundo desejo.
Insensatez.
Não recusei.
Espetei!
quarta-feira, maio 23, 2007
Rugas Artroses

A sentença foi lida!
Às claras e sem juiz.
O tribunal estava cheio.
Jurados com rugas artroses.
Advogados envolvidos em argumentos viciosos.
A defesa não recorreu.
As declarações estavam mais que traçadas!
O crime foi premeditado.
Ausência de testemunhas.
E as duas que haviam estavam no banco.
Esperavam a sentença.
Processei todos os espasmos que encontrei.
Ajoelha-te!
A defesa não recorreu.
sábado, maio 19, 2007
al-qaeda
Sim, isto que fazem.
Cheios de falsas modéstias, de parcas manias, de botões sem linhas.
Terrorismo!
Puro e duro terrorismo.
Infiltram-se nos nossos momentos.
Observam os nossos passos.
Tomam o nosso latejo.
Raramente são apanhados.
E quando o são, as autoridades nada fazem.
Absorvem o caso.
E nós que fazemos caso, e que até temos linhas, o que fazemos?Não fazemos nada!
Falta-nos o botão.
E a agulha está no palheiro.
Terroristas!
Cambada de terroristas.
Esses olhares corroídos.
Minados de rasas intenções.
Ahhh caraças que um dia ainda vos digo onde está a agulha.
E hão-de dobrar a faringe por saber da palha!
Terroristas!
sexta-feira, maio 18, 2007
Páscoa sem Quaresma
Eu não quero existir sem soluçarNão me queiram impingir sensaborias
Vender-me ao desbarato por qualquer ninharia
Crucificarem-me pela minha hemorragia cerebral
Vendarem-me por não me sentar no lugar destinado
Não tirei essa senha
Esses pregos não são os meus.
Um soluço meu vale mais que isso!
Vale um punhado de qualquer coisa
Que ainda está por definir.
quarta-feira, maio 16, 2007
Adultérios
Roço a minha sofreguidão no teu encaixeEsfrego todos os teus adultérios nessa cova
Nessa mesma que suamos sem querer
Peço um qualquer desejo
Um qualquer gosto salgado
Um qualquer demente envolvente
Porque a minha semente não é coerente
Porque essa tua expressão completamente vulgar já pouco satisfaz
Porque sinceramente atiçaste um fogo…
E o olhar já não me compensa.
Como mamífero que sou digo-te:
Se não consegues pagar uma dívida, não peças empréstimo.
Se não consegues esperar pela chama, não coloques fósforos.
Os pinhões não nascem sem pinhas.
E as ameixas caiem com folha.
Desprego!
Desprego a coxa que lisa na tua silhueta.
Desprego o antebraço que lustra o teu umbigo.
Desprego este pulso que teima em festejar.
Desprego-te!
Porque a minha cintura é transparente e
Esfreguei todos os teus adultérios nessa cova.
E ela nunca me satisfez!
Desencaixei.
terça-feira, maio 15, 2007
a decadência filosófica de um corta unhas esquecido.

Temos a perfeita consciência que o texto que se segue é de uma enorme insanidade mas, vocês já estão habituados a isso… por isso temos para nós, que não vão estranhar muito :P
O que se passou foi o seguinte:
Eu estava aqui no meu canto e houve alguém que não revelo o nome (Magia - http://amagiadaspalavras.blogspot.com/) veio moer-me o juízo (como se eu tivesse algum) na porra do msn, conversa puxa converseta e eis que tudo junto deu estas linhas.
O porquê da publicação?
Queremos uma cunha para o Júlio.
Ouvimos dizer que o Matos se sente muito sozinho.
É um pequeno devaneio este que se instala
Como um varão de cortinado de wc
É só ler as instruções
Não destabilizes este meu ardor...
Preciso de um banho
Preciso lavar o tempo
Desinfectar as horas
Ensaboar os segundos que faltam
Passa me o shampoo para a alma
Da esponja faço o espelho
Do espelho faço as facas
E sou cena de filme premiado
Sou a personagem que não se vê
Os textos que falo não foram escritos
São rolos de cabelo aos cantos
Pedaços de pele que caíram
No branco nu do azulejo azul
E este esquentador que não tem gás
Nem esta banheira tem cortina
Nem este WC tem banheira
Eu?
Não estou aqui
Sou água suja que faço adeus no ralo
E tu estás aqui?
Diz-me adeus se não estiveres!
Tu
Micose que me consomes
Eu
Tormenta que inalo
Toalhas quentes e loção de demência
Perfuma-me este fugir
Penteia este desejo
Ao fundo desta banheira jaz o antiderrapante
Chinelo de impulsos por doer
Unha que me crava os sentidos
Cabelo branco que vejo ao espelho
Sobrolho franzido que se negra
Uma pestana que se queda
….
Olho o relógio:
Fodasse
Já são 9 horas?
Estou atrasada
Cum caralho
Olho novamente as facas
Reluzem ao calor do secador
Cintilam ao vapor que enche estas palavras
Afinal o espelho não se partiu
Fui eu que me parti
Me estilhacei
E me escoei
Por este ralo de pensamentos
Peço que se abra a janela
Não se pode estar aqui
Fui ver...
Já eram 9h10
Fodex
Vou ser despedida
Arrumo a esponja na mala
E guardo as facas no armário
Um ultimo pensamento:
Afinal, acabaste de ganhar mais um dia de vida
Mato-te manhã
Atrás de mim um cheiro a premeditação
Sabonete, shampoo e desodorizante
Fecho a porta
E entre a espuma que fica
E todo o tempo que ganhei naquele instante
Fica apenas uma coisa
...
O vazio
Uma Cagada em três actos
Moral da história:
Antes de tomares banho certifica-te que estás sujo.
De nada vale gastares energias desnecessárias.
O gás está caro e as contas da EPAL estão pela hora da morte!
segunda-feira, maio 14, 2007
sábado, maio 12, 2007
Cardápio do Fim de Semana
quinta-feira, maio 10, 2007
Do not disturb

Tudo isto é instinto.
Tudo isto é ânsia.
Tudo isto não passa sequer pelo pensamento.
Não dá para contar.
Sofreguidão de asas negras.
Não me perturbem, senão for para voar.
quarta-feira, maio 09, 2007
segunda-feira, maio 07, 2007
Clara e Gema q.b.
sexta-feira, maio 04, 2007
Porra
quarta-feira, maio 02, 2007
Estalo

De seringas. De testes. De antibióticos.
Chega dessas consultas antecipadas.
Já apertei a veia o quanto baste.
O meu sangue não estacou.
Não estaca.
Corre.
Circula a uma velocidade estonteante.
Aperto a garganta.
E tu analisas o movimento.
Basta!
Basta, ouviste?
Passa à minha frente se quiseres.
Fica ao meu lado se entenderes.
Mas, mais análises é que não.
Puxo a veia.
E ela estala.
E tu que fazes?
Analisas.
Fica lá com as observações.
Faz delas o que bem entenderes.
A teoria nunca foi o meu forte.
E o microscópio não sei onde o coloquei.
O meu núcleo incendiou-se.
Ardeu.
Tal tijolo no forno.
É vermelho.
E esse vermelho quer tudo preto no branco.
Quero tirar a liga.
Quero que fiques num regaço.
Mão no ombro.
Veia na retina.
Coxa desnuda.
Joelho que treme.
Silêncio que se diz.
Tira lá as tuas análises à vontade.
Mas, lembra-te que no meu laboratório não existe microscópio.
O meu núcleo incendiou-se.
Ardeu.
Tal tijolo no forno.
-
-
-
Tirei a Liga!
domingo, abril 29, 2007
Sem trunfos

Nem espadas
Nem Ouros
Qualquer renúncia seria certa
A tua foi mais que isso
Foi batota
Descartaste a possibilidade de um próximo jogo
Combinamos sinais
Falhaste todos!
Dei-te os trunfos.
As biscas e alguns petiscos.
O jogo era sem regras.
Daqueles clandestinos
Era escusada a batota
Hoje fiz-te sinal!
Renúncia
quarta-feira, abril 25, 2007
Mãos ao AR

domingo, abril 22, 2007
Densos. Orgasmos.
A hora de saída sempre foi o teu forte.Nem adeus.
Nem até já.
Perdão, Corrijo!
Na hora da saída sempre te pensaste forte.
Lamento informar-te mas, na hora de saída é a retina quem vinga.
Nela corre tudo.
Suores. Frios.
Quentes. Espasmos.
Poros. Cheios.
Veias. Vazias.
Densos. Orgasmos.
Emoções. Atestadas.
Choros. Recalcados.
Fome. Insaciada.
Toque. Absoluto.
Desejo. Oculto.
Não sou forte, nem fraca.
Mas, faço questão em mostrar a retina.
Seja na entrada.
Seja na saída.
E na porta um aviso.
Proibida a entrada de pessoas estranhas ao serviço.
-
-
-
Perigoso. Êxtase.
Na hora da saída sempre te pensaste forte.
E nem sequer te atreveste.
À Ousadia.
sexta-feira, abril 20, 2007
Se é para parir, que seja a gritar ! Com muito desalmamento e assanhamento PORRA

Sim!
Do meu parto!
Foi de manhã.
A ferros.
Do fundo do útero.
Puxada a frio.
À força.
Agora, deixa-me que te fale do teu parto.
Foi à noite.
Cesariana.
Sem qualquer tipo de imprevisto.
Premeditado, portanto!
Agora, deixa-me que te diga isto:
Vai para a puta que te pariu.
quinta-feira, abril 19, 2007
Alimento-me do ANORMAL
Não tenho qualquer tipo de pacto com o normal.Por várias vezes ele tenta marcar uma reunião, com o objectivo de assinar fidelidade.
Por diversas vezes recuo na convergência.
No contrato diz qualquer coisa como:
“ De acordo com a sociedade vigente e perante as leis impostas,
Não tenho qualquer tipo de pacto com o normal.
Nem o pretendo ter.
Sossego?
Não, muito obrigado.
Ainda não morri.
quarta-feira, abril 18, 2007
Desengana-te... Nunca confiei.

A melodia nunca foi a certa.
As cordas estavam demasiado alinhadas.
E quando assim é, o instrumento não soa.
O músico desconfia, de tanto alinhamento.
E ressoa o ouvido.
Xiuuuuuuuu
Não vou pedir para te calares
Porque simplesmente
Não tens nada para cantar.
A pauta não tem Clave de Sol.
E a de Fá, já não me serve!
Xiuuuuuuu
Desengana-te se pensas que alguma vez serviu.
Xiuuuuuuuu
Cantarola o teu fado ás restantes ouvintes,
A minha orquestra não tem mestre.
Nem se rege por nenhuma batuta.
sábado, abril 14, 2007
Cortei. Porque o que eu quero, quero por INTEIRO.

quinta-feira, abril 12, 2007
Tributo a António Sala II - E não é que eles responderam???
E depois da grande pérola da literatura contemporânea de seu nome ‘ Tributo a António Sala’ – ver o post abaixo que não me apetece colocar aqui o link :PEis que surgiram as respostas.
Ahhh pois é!
O António Sala lê o De pernas para o AR, vocês pensam o quê?
Este blog é lido pelas maiores identidades deste país, senão vejamos… O que os ministro estão a fazer pegados ao telemóvel em plena assembleia da república???
Nada mais nada menos, que a ler o Pernas on line.
Meus amigos, eu não queria divulgar esta realidade mas, é meu dever informar os cidadãos.
Os ministros portugueses lêem o Pernas. Os bacanos até são inteligentes e espertos e essas coisas todas mas, lêem estes devaneios e coitados… aquilo dá um nó qualquer nos miolos e colocam o país todo de pernas para o AR.
Não posso fazer nada. A net é do povo. A crise instalou-se.
Não me culpem, porque eu sou sempre a primeira a afirmar que este blog não interessa nem ao menino Jesus ehhehe
E reposta então a verdade, partilho convosco as respostas enviadas pelos ilustres desafiados de terça passada (passada ando eu mas, vá… dias não são dias).
7 coisas que não sei fazer bem (ou que não sei fazer) by António Sala:
- Jogoooooooooo da malaaaaaaaaaaaaaaa
- Escolher uns óculos sem hastes
- Fritar ovos com a gema (com a Clara ainda vai… agora a gema.. a gema é lixada)
- Escrever o meu nome numa qualquer divisão da casa, sem que seja a sala de estar mas, tem que ser na sala de estar, na de Jantar parece que fico meio nervoso
- Fazer um qualquer programa de rádio em época de vindima
- Jogooooooo da mochila
- Jogoooooo da sacola
7 realidades que combinam comigo by Abelha Maya:
- Virgem
- Touro
- Comer canapés em festas sociais (mas, de fiambre… não é chique comer de presunto)
- Ler a Nova Gente e dissecar sobre os meus amigos das lides dos canapés
- Jogar à Sueca com as cartas do Tarot, Renúncia!
- Comer tremoços na tasca da Sic
- Comentar o hi5 do meu querido amicíssimo Claúdio Ramalhete
7 merdices que não gramo nem à lei da rolha by Amiga Olga:
- Deslocar-me ao supermercado da Ti Maria sem ser reconhecida
- Comprar lá o detergente da loiça, e saber que no Lidel está mais barato trinta e sete cêntimos
- idem os outros 5 ‘pontos’ para o arroz, chá cidreira, pasta de dentuças, laca, creme facial estica ali e encolhe do outro lado.
7 realidades que eu faço bem by Bófia que teve a ousadia de me multar em Loures:
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
- Lixar a Estranha pessoa esta
7 frases que tenho a mania de dizer by Bacano que teve a inteligência e a ousadia de inventar o arroz de marisco:
[Foi jantar com a tipa da estação de serviço de Torres Vedras]
Quem levou o papagaio que era tão lindo e domesticado?
Cristina Caras Lindas
terça-feira, abril 10, 2007
Tributo a António Sala

7 coisas que não faço bem (ou não sei fazer):
- Acertar com a porra do picante na comida
- Pensar só numa coisa (eu queria mas, é mais forte que eu)
- Gostar de alguém sem cumplicidade
- Ir à pendura (porrinhaaaaaa que nervossss eheheh)
- (não quero comentários agora neste ponto sff, agradecida) Andar de saltos... pah ténis é ténis e não me venham com a tanga que senhora que é senhora usa saltos e não assobia.
- Ser simpática só numa de ah e tal porque fica bem... Não há pachorra, nem tempo para essas merdas...
- E mais umas centenas de milhares de coisas... que por motivos técnicos e profissionais não as posso divulgar, tenho uma reputação a manter. ehhhhh
7 realidades que eu faço bem:
( pahhhhhhhh agora só me apetece é dizer uma asneirola mas... mas... mas... assim de repente???... sei lá eu... )
- Falar à parva (ehhehe sem falsa modéstia acho que me ajeito bem)
Se entretanto lembrar de mais alguma coisa, aviso!
7 realidades que combinam comigo:
- Mar
- Serra
- Desassossego
- Estranhamente Absurda
- Sentidos
- (in)Timidez
- ( e mais não digo, que eu cá não gosto de dizer tudo, não por resguardo mas, porque também não gosto que me digam tudo... perde a piada disto a que tendem chamar de desafio... e que desafio maior do que sentir esse tudo que fica por dizer)...
Agora era suposto passar isto a 7 pessoas...
Então aqui vai, passo o Desafio
- À Amiga Olga
- Ao António Sala
- Ao bófia que teve a ousadia de me multar hoje em Loures (Senhor Bófia está lixado com F, sabia lá eu que aquilo era aquilo por amor de Deus)
- À abelha Maya (hoje no meu horóscopo disse que ah e tal e depois fui a ver e nada... está mal.. deixa uma pessoa na espectativa e vai-se a ver... )
- À tipa das bombas de combustível da estação de serviço de Torres Vedras que me lixou bem lixada, então uma pessoa já não pode sair de casa sem trocos que fica logo mal vista.. o que me valeu, foi que o António Sala apareceu lá nas bombas e emprestou-me 5 aéreos para chegar a casa, Obrigadinho ó Sala...)
- Ao papagaio da fotografia
- Ao bacano que teve a inteligência e a ousadia de inventar o arroz de marisco (não sei se entenderam mas, isto foi uma indirecta, numa de ver se alguém paga um arrozinho eheheh)
domingo, abril 08, 2007
Esperar esgota

quinta-feira, abril 05, 2007
Ando com uma raiva do c.........

quarta-feira, abril 04, 2007
Qual é o vosso senhorio?

Ele não existia mas, mesmo assim insistiu em descer a avenida.
Era um avenida ‘fusca’,
Mas, hoje essa tal avenida nem névoa tinha, apenas e só apenas o fulgor da lua cheia.
E que lua cheia.
Uma lua cheia de tudo.
Imaginem um sorriso largo, sincero, meigo…
Essa lua, nessa noite… era assim!
Mesmo assim.
Qualquer adjectivo seria pouco, qualquer sentir seria muito.
Por isso, e só por isso… sintam o que poderem dessa lua cheia.
Senão sentiram, não leiam mais.
Continuaram a leitura?
Ora ainda bem…
E ele lá subiu a avenida, com passos ora curtos, ora largos, ora atribulados.
E lá foi subindo.
Quando conto esta história, perguntam-me de imediato qual o solo da avenida…
Ahhhhhh se faz!
O chão era de terra.
Daquela terra que nem castanha é, de tão sentida.
Suponhamos que é acinzentada, mais a puxar para a cor de névoa.
Pois, mesmo não estando névoa, a avenida é desse timbre…
Prédios do final do século XIX, daqueles que têm aquelas janelas de sótão de varandas esqueléticas.
Essas janelas predominavam por toda aquela alameda, como se de uma verdade singular se tratasse.
Num desses sótãos vivia um ser plural, que de tão plural que era, fazia estremecer os restantes inquilinos…
Não pela sua presença mas, mais pela sua diferença.
E ele lá caminhava avenida acima,
Nesse dia da semana o chegar a casa tinha outro sabor… não porque alguém o esperasse mas, porque a lembrança de um esperar antigo, alentava o seu sangue adormecido.
E que sangue esse que tardava em acordar… em amanhecer!
No tal sótão de varandas esqueléticas vivia alguém que fazia com que tal lembrança ficasse menos presente, menos sentida, menos querida… menos desejada.
Talvez fosse por isso que ele corresse ainda mais.
E corria.
Um certo dia tropeçou.
A queda foi de tal ordem que a passadeira cravada na calçada se levantou, ficando sem qualquer tipo de paralelismo.
Até o semáforo ficou mudo.
Sem cor.
Lamentavelmente para o resto dos demais, ele levantou-se.
Sacudiu as calças, descalçou-se .. e num gesto fugaz disse:
Que a minha passadeira seja eu que a faça, que o semáforo esteja verde quando eu sentir que tenho que atravessar, que o sótão esteja carregado de lembranças que me façam sentir o caminhar com toda a minha verdade, que a varanda esquelética de vasos esquecidos sejam regados pelas minhas atitudes, e que este atar de sapato demonstre a força do meu sangue… a energia da minha atitude!
A névoa?
É necessária..
Incentiva a descoberta!
Ahhh e os restantes inquilinos?
Onde moram eles?
Não sei…….
Eu sei onde moro!
Eles de vez em quando refilam do meu desassossego…
E ameaçam em fazer queixa ao senhorio…
Como se o meu senhorio, fosse o mesmo que o deles….
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Qual é o vosso senhorio?
Notazeca de Rodapé:
A tal Alameda começou de terra.. e acabou em calçada!
Que coloquem vocês as pedras à medida certa.
A vossa medida!
E já agora como quem não quer a coisa… Qual é a cor do vosso semáforo?
terça-feira, abril 03, 2007
Entre o meu segundo e terceiro nome

Também sei que não é estrada.
Estou aqui.
Ali.
E peço boleia.
E insisto na boleia.
Naquela boleia.
E grito por cumplicidade.
H20 escorre-me na face.
Água salgada cravada no meu rosto, como se de poros se tratasse.
Cravada.
Aqui, bem aqui embutida.
Encaixada entre o meu segundo e terceiro nome.
Logo eu, que não tenho nenhum nome.
Nunca o pretendi ter.
Nunca procurei, por o ter.
Eu, sou apenas eu.
Não tenho qualquer tipo de presunção por ser alguém.
Não teria porque o fazer.
Não tinha por onde agir.
Não estou por nenhum caminho.
Nem sou o caminho de ninguém.
Não perguntem pelo meu nome.
Perguntem antes por mim, por favor.
segunda-feira, abril 02, 2007
Instruções? Não, muito obrigado!
quinta-feira, março 29, 2007
Idiota pessoa esta

Ando aqui ás voltas com o cérebro… numa tentativa falhada de colocar o que sinto em poesia ou prosa, ou sei lá que raio chamam a estes meus devaneios.
Não vale a pena…
Se o que eu sinto é tão simples como isto:
Sinto-me uma idiota.
Uma perfeita idiota!
Idiota porque quebrei o muro que tenho vai já para três décadas.
Idiota porque peguei fogo à minha bandeira.
Idiota porque lembrei-me de mim.
Idiota porque esqueci a racionalidade.
Idiota por não ter receado.
Idiota por não ter parado.
Idiota por sentir que afinal de contas…
Tudo se resume a isso..
Á minha idiotice!
Por num momento, ter sequer sentido, que afinal eu até valia a pena….
… que idiotice a minha..
Sinceramente?
Eu não queria ter escrito nada disto… mas, há dias que tu procuras, e pedes um olhar, uma atenção, um gesto, um momento.. um qualquer coisa… não têm tempo… a vida corre depressa demais para este tipo de merdas dizem eles.. ...sendo assim, gramam vocês com o desabafo.
Sinceramente?
Mais que uma estranha pessoa… sou mesmo é: Idiota!
Isto até podia ter sido raiva mas, não!
É mesmo tristeza.
terça-feira, março 27, 2007
Boletim meteorológico

Permite-me discordar quando te digo que me és indiferente
Permitiste-te a tudo
E eu
Eu não me permiti a nada
Permite-me levantar o véu
Permite-me isso
Hoje
E se quiseres também amanhã
Eu permito-me a isso
Sem qualquer tipo de vergonha
Prefiro assim, à covardia
O meu tempo não me dá prazo para isso
Para covardias
Permite-me dizer que já dei por mim.
E sem pudor digo-te
Ó emoção.
Respira-me,
Dei por ti!
Sem qualquer tipo de permissão digo, que tal como os impulsos, as minhas emoções não têm qualquer tipo de arte, são CRUAS e NUAS!














